quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

O amor e o futebol

Por mais apaixonado que você seja por futebol, as mulheres acabam, mais cedo ou mais tarde, fazendo parte de sua vida. Só que elas não compreendem esta paixão e acabam fazendo ameaças do tipo "Se você for, não precisa voltar!" ou "O futebol, ou eu!". Nessas horas, você deve manter a cabeça fria e continuar enrolando a jovem, fazendo ela pensar que também é importante.
Eis aqui algumas dicas de como lidar com estes seres complicados, que vêm sem manual de instruções.

Visualize a situação: fim de semana, mais final de Campeonato Estadual, mais aniversário de namoro igual a... confusão total? Talvez não. É só fazer o seguinte: algumas semanas antes adote uma velhinha de algum asilo em seu bairro e a apresente como sua tia (ou avó de consideração, tanto faz). Daí, na véspera do final de semana do jogo, invente que ela está doente e que precisa de uma doação de rim. Infelizmente essa é uma desculpa que funciona no máximo duas vezes, mais ainda lhe resta um pulmão, um líquido da medula e um coração.

E quando ela quiser ir ao jogo?

Pô, aí é brabo! Levar a dona encrenca ao jogo ou deixá-la em casa com o risco de algum Ricardão assumir o comando? É, não tem jeito. Mas, já que você tem que levá-la, faça com que ela não peça isso nunca mais. Pra começar, fique na geral, onde houver maior concentração de trogloditas. Daí, saia pra comprar uma cerveja ou refrigerante e desapareça por uns 50 minutos. No final do jogo, quando a porrada já tiver estancado entre as torcidas (torça para o time adversário levar goleada) e ela entrar em pânico histérico, apareça dizendo que a fila estava enoooooooooorme e que hoje ela deu sorte, que mesmo com a pancadaria, o clima tava até calmo. Mas se você prefere correr o risco de deixá-la em casa, guarde algumas precauções:

1) Cinto de castidade. Pode parecer medieval, mas aposto que você sabe porque os Vikings usavam aqueles capacetes com chifres.

2) Um buldogue ajuda a manter a rapaziada longe. Em compensação, você também não chega muito perto ._.

3) Você pode deixar uma grana com aquele mala do irmão menor dela para que ele não saia da cola dela. Mas se o moleque torcer pro mesmo time que você, corre o risco de ele gastar a grana e ir pro estádio. Aí já era...

4)Por último (e mais desesperado), o jeito é namorar uma baranga. Com um "turu" em casa, você pode ficar tranquilo enquanto assiste à partida, sabendo que corno você não vira.

Um comentário:

  1. eu ri mt, bom saber q é assim q vcs(homens) pensam KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK mulhereeeeeeeeeeees vamos fazer vingançaa HAHAHA :p

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